Hilton Pozza
 
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Lunara
Planeta Água
Pontos Quentes (Hotspots)
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Animais
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Autoretrato
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Casarios
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Cenas de Balneário
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Cores da terra
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Dunas entre o Atlântico e a grande planície costeira, aos pés da Serra. Elemento fundamental deste ecossistema, ameaçado por falta de políticas públicas de conservação.

É o vento quem me molda
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Edição Extraordinária
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Esportes
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Arredores de Cambará do Sul, cidade gaúcha localizada nas proximidades do Parque Nacional Aparados da Serra, nos Campos de Cima da Serra.

Estrada para Fortaleza
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Os canyons (canhões) de Itaimbézinho e Fortaleza juntamente com o Churriado, Malacara e Faxinalzinho formam um conjunto de canyons que compõem o Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Nacional Serra Geral, na divisa dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.<br />
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O gigantesco planalto de Fortaleza, com sua tonalidade ocre fustigada pelo frio e por constantes geadas, despencando abrupto em inúmeros abismos não deixa dúvidas quanto á força que a natureza reuniu para forjar tal obra.<br />

Fortaleza
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Parque Estadual da Guarita - Torres - RS<br />
Composto de mar, falésias, dunas, mata, banhados e lagos, é de propriedade do Estado do Rio Grande do Sul, mas administrado pela Prefeitura Municipal de Torres. Foi projetado por José Lutzemberger e por Burle Marx. Possui uma área aproximada de 28 hectares.<br />
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Estava escrito no jornal em 16 de janeiro de 2007: Revitalizaram o Parque !!!<br />
Mas é bom ver para crer!!!<br />

Guarita
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Estive em Itaimbézinho pela primeira quando o Parque ainda se encontrava fechado ao público, aproveitando a visita de um grupo de biólogos que fazia estudos sobre o impacto ambiental resultante do asfaltamento de rodovia que dá acesso á região. <br />
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Itaimbézinho, cuja tradução do tupi-guarani para o português significa pedra afiada (ita = pedra e aimbé = afiada) tem uma extensão de 5.800 metros, com alturas que chegam a mais de 700 metros. <br />
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Na verdade a maior ameaça que o Parque sofre está em suas fronteiras, imensa plantação de Pinus e Eucaliptos, plantas exóticas que abastecem as serrarias que formam base da economia local. Estas ¨áreas de reflorestamento¨ são na verdade resultado do saque cometido pelo homem contra a floresta, que primeiro retirou o que foi possível, sem nenhum tipo de preocupação ou critério, alterando todo o entorno daquilo que viria a ser um dia o Parque. Quando já não havia mais o que sugar da natureza, a economia baseada na retirada de madeira quebrou. Enquanto ocorreu o saque indiscriminado das reservas naturais, o Estado brasileiro omitiu-se. Somente após a economia local estagnar e declinar é que o Estado passou a incentivar o dito reflorestamento com espécie exótica, que nada tem haver com o meio ambiente local.<br />
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Então ficou assim: em torno, campos devastados e uma imensa floresta de Pinus - como uma espécie de deserto verde, uma única espécie vegetal, uma imensa pobreza geral - sendo mantida por empresas madeireiras com o incentivo do Estado; e no centro o que sobrou da natureza original.<br />
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Parque fechado, com quase nenhum ser humano dentro dele, o impacto que exerce é sem dúvida fulminante. A sensação de que seremos tragados por ele a qualquer instante é muito latente. Cada caminho onde pouco se vê do céu, cada barulho mais forte ou prolongado, cada araucária centenária impondo-se sobre a mata, a umidade e o frio do inverno gaúcho marcam indelével. Estes canyons possuem um poder sem medidas, tal sua imensidão.<br />
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Neles tudo é superlativo, tamanho, extensão e profundidade. Da inconstância do clima, ora chuvoso, ora ensolarado, mas sempre com vento presente, á quantidade de riachos e cascatas, conjugando imponência com fragilidade.<br />
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O trânsito intenso de nuvens, que por vezes penetram nos cânions por entre seus portentosos paredões, ou surgem do nada, escalando as paredes de forma silenciosa, mas quase sempre delatadas pelo vento que as precede, transforma a paisagem em minutos e aumenta ainda mais a sensação de impotência perante tamanha força da natureza.<br />
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Itaimbé
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Parque Estadual de Itapuã.<br />
Unidade de Conservação com mais de 5.500 hectares, localiza-se a 57 quilômertos de Porto Alegre. Considerada a última amostra do ecossistema e paisagem original da Região Metropolitana, possui campos, dunas, lagos, ilhas e morros. Localizada á beira dos Lagos Guaíba e Laguna dos Patos, abriga flora e fauna características, entre eles o bugio-ruivo, tamanduás e lontras, além de aves, muitas delas migratórias.<br />
Também tem como objetivo a pesquisa científica e educação ambiental.

Itapuã
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Jardinagem
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As fotografias desta galeria foram realizadas com um telefone celuar com Cãmera de 02 megapixeis. Modelo Sony Ericsson W800i.

Labirintos Urbanos
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Luis do Nascimento Ramos<br />
Lunara<br />
Um mestre aos domingos.<br />
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Luiz do Nascimento Ramos (Porto Alegre RS 1864 - 1937). Fotógrafo e comerciante. Sabe-se que atuava em Porto Alegre nas primeiras décadas do século XX, mas não há dados a respeito de sua formação. Começa a trabalhar como guarda-livros, tornando-se mais tarde sócio da firma de importações Franco, Ramos & Cia. Fotógrafo amador, integra a associação Sploro Photo-Club, em Porto Alegre, e registra a periferia da cidade aos domingos. Utiliza o pseudônimo Lunara para expor suas imagens. Conquista medalha de ouro na Mostra Grupal de Artes Plásticas, promovida pelo jornal Gazeta do Comércio, em 1903, e, no ano seguinte, é premiado em concurso realizado pelo Photo Club Hélios. Na década de 1910, publica regularmente seu trabalho na revista Máscara. Em 1922, recebe prêmio da publicação Revue de France, de Paris, fato noticiado na revista Ilustração Brasileira, do Rio de Janeiro, que dedica duas páginas ao seu trabalho. Após seu falecimento, sua obra permanece durante décadas guardada por familiares. Em 1976, a jornalista e fotógrafa gaúcha Eneida Serrano (1952) descobre 23 negativos de vidro e dois álbuns com 60 fotografias de sua autoria e, três anos depois, realiza a exposição Lunara - Amador 1900, no Museu de Comunicação Hypólito José da Costa, em Porto Alegre. Em homenagem ao artista, em 2001, o Centro Cultural Usina do Gasômetro, na capital gaúcha, inaugura a Galeria Lunara, espaço especializado em fotografias.<br />
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As fotos de Lunara chamam atenção por revelar aspectos bucólicos da Porto Alegre do início do século XX, e pela correspondência estética que apresentam com movimentos amadores internacionais da época.<br />
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O artista seguia o padrão temático da fotografia pictorialista desenvolvida sobretudo na França e na Inglaterra nas últimas décadas do século XIX. Pelo enquadramento e assuntos escolhidos, suas imagens se aproximavam de movimentos pictóricos como o romantismo e o realismo.<br />
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No início dos anos 1900, a capital gaúcha vivia intensa expansão urbana. Em seus passeios pela periferia da cidade, Lunara buscava privilegiar cenas que denotassem a relação harmônica do homem com a natureza. Ele fotografava, aos domingos, quase sempre situações de lazer: casais namorando, piqueniques, lavadeiras no riacho Ipiranga, crianças pescando ou se banhando no rio Guaíba, carreteiros vendendo mercadorias, chácaras, rodas de chimarrão e brincadeiras típicas como pau-de-sebo. Além disso, realizava diversos retratos de ex-escravos.<br />
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Lunara trabalhava com pesados equipamentos e negativos de grande formato. Suas fotos mostram pessoas de corpo inteiro, em cenas estáticas cuidadosamente montadas e dirigidas por ele. Do ponto de vista temático e compositivo, suas imagens se aproximam dos trabalhos de pintores como Weingartner (1853 - 1929), que, na mesma época e lugar, pintavam com lirismo temas cotidianos e regionais.<br />
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Fonte de textos: Enciclopédia Itaú Cultural - Artes Visuais<br />
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Lunara
Total de imagens: 11

Mar & areia
Total de imagens: 6

Primeira Parte<br />
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Fotografias realizadas durante a 134ª Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, em 02 de fevereiro de 2009, em Porto Alegre.<br />
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Existe um sincretismo entre a santa católica Nossa Senhora dos Navegantes e a orixá da Mitologia Africana Iemanjá. Em alguns momentos festas em homenagem as duas se fundem. <br />
No Brasil, tanto Nossa Senhora dos Navegantes como Iemanjá tem sua data festiva no dia 2 de fevereiro. Costuma-se festejar o dia que lhe é dedicado, com uma grande procissão fluvial.<br />
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Em Porto Alegre a procissão é dividida em duas partes, sendo a primeira um cortejo aquático, singrando o Lago Guaíba, quando quase uma centena de embarcações acompanha a imagem.<br />
A segunda, por terra, é acompanhada por milhares (muitos milhares) de pessoas até o Santuário de Nossa Senhora dos Navegantes, enquanto a imagem em seu andor é carregada por remadores.<br />
É maior festa religiosa do Rio Grande do Sul e só acontece em cidades que possuem porto. <br />
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Segunda Parte<br />
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Durante os meses de Agosto e Setembro, o Rio Grande do Sul comemora sua Revolução Farroupilha.<br />
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De origem popular, as comemorações com o passar dos anos ganharam corpo e, em Porto Alegre é montado o Acampamento Farroupilha, onde é reproduzida durante um mes, a vida diária do gaúcho do campo.<br />
No Feriado Farroupilha de 20 de Setembro ocorre um grande desfile envolvendo entidades culturais e tradicionalistas.<br />
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Churrasco, chimarrão, danças e canções, cavalos e cavalarianos. <br />
É a cultura popular gaúcha desfilando pela avenida.<br />
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O povo do Sul
Total de imagens: 27

As fotografias desta galeria foram realizadas com um telefone celuar com câmera de 02 megapixeis. Modelo Sony Ericsson W800i.

Oh! Meu telefone fotografa!
Total de imagens: 18

Junção de várias imagens, criando uma visão panorâmica do motivo fotografado.

Panorâmicas
Total de imagens: 6

Pérolas
Total de imagens: 20

Pessoas
Total de imagens: 32

“Este universo que é o mesmo para todos, não foi feito por nenhum deus ou homem, mas sempre existiu, existe e existirá – um fogo eternamente vivo, que acende a si próprio por medidas regulares e se apaga por medidas regulares. As fases do fogo são o desejo e a saciedade.<br />
O sol é novo a cada dia.”<br />
Heráclito<br />
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Por do sol
Total de imagens: 26

Impossível pensar, respirar ou sentir Porto Alegre sem o Guaíba.<br />
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A cidade, cria do Guaíba, nasceu e se desenvolveu desenhada por limites impostos por suas águas, nem sempre bem aceitos. Passa pelos meandros desta imensa massa de água, a essência de seus inúmeros habitantes, que convivem nem sempre de forma harmoniosa e tranquila. <br />
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Poucas são as oportunidades de convivência pacífica entre a cidade e sua fronteira, com a criatura sempre roubando um pouco mais ao seu criador.<br />
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Ainda assim as imagens que proporcionam são emblemáticas para qualquer retina mais atenta.<br />
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O ponto alto é sem dúvida Itapuã, seu começo ou fim, onde o Guaíba se transforma na Laguna dos Patos.<br />
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Uma parcela foi transformada no Parque Estadual de Itapuã, que é considerado uma amostra original do ecossistema da região onde se insere Porto Alegre, e abriga mais de 300 espécies de plantas, bem como animais ameaçados de extinção, entre eles o Bugio-ruivo como é conhecido este primata.<br />
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Porto Alegre
Total de imagens: 19

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Preto no Branco
Total de imagens: 33

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São Joaquim
Total de imagens: 9

Parque Nacional Aparados da Serra <br />
Cânion Fortaleza <br />
Cambará do Sul - Rio Grande do Sul.<br />
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O Parque Nacional Aparados da Serra, juntamente com o Grand Cânyon nos Estados Unidos, são considerados os maiores cânions do Planeta.<br />
Porém Aparados é um conjunto em formação, pois o que determina sua existência e sua conseqüente geografia é a deriva das placas continentais, e estas como sabemos, estão em constante movimento.<br />
As fotos foram realizadas á partir do lado menos (ou quase nunca) visitado do Cânion Fortaleza, pois a Direção do Parque prefere mantê-lo assim, não divulgando a possibilidade de visitá-lo. <br />
Não há nenhum tipo de infra-estrutura, assim como não existem caminhos ou trilhas; circula-se ora pelas bordas ora pelo grande planalto que é uma imensa turfeira, devido á quantidade de água e vegetação que ali brotam e, por este motivo, um guia se faz necessário. Para acessá-los, somente á pé ou á cavalo. <br />
Estão em um estágio selvagem. <br />
E são impressionantes.<br />
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Gosto de pensar nesta série como se estivesse folheando um livro. Um livro que bem poderia se chamar “Uma Terra Imaginária”<br />

Uma Terra Imaginária
Total de imagens: 23

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Viagens
Total de imagens: 37

 
Todos os Direitos Reservados © HILTON POZZA 2006